A Cruz me Liberta da Culpa Lucas 23.34
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Autor Tópico: A Cruz me Liberta da Culpa Lucas 23.34  (Lida 2551 vezes)
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« : 21 Março, 2012, 04:18:54 »

A Cruz me Liberta da Culpa
Lucas 23.34

Introdução
Ilustração: A Inglaterra nos idos de 1800 passou por um grande flagelo, desencadeando a morte de milhares de pessoas em decorrência da difteria. A  família real foi afetada, com a morte de alguns de seus componentes.
A princesa Alice, filha da rainha Vitória perdeu o esposo e um de seus filhos, ficando apenas com seu único e último filho, também contagiado  pela doença.
Sem temer o contágio e a morte, permaneceu vários dias no leito com o filho, e ao ouvir o pedido da criança que ardia em febre pedindo: "Beija-me mamãe", não se conteve e beijo-o, ato que lhe custou a vida.
Deus também se inclinou para beijar a humanidade, atacada pela enfermidade do pecado. Beijo este que custou a vida de Seu Filho, que ao morrer na cruz, nos deu a graça do perdão. Mesmo em um dos momentos mais difíceis de seu ministério Ele teve a grandeza de pedir: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem." Lucas 23:34
R. Minist. da Mulher, p. 65
b) A Cruz me Liberta da Culpa
Corpo
Iremos agora viajar um pouco através das páginas sagradas para observarmos dois exemplos que ilustram muito bem o tema: A Cruz me Liberta da Culpa.
Tenhamos em mente o homem encara o perdão de uma maneira muito diferente daquela que o nosso Deus dispensa a nós. O homem perdoa, mas não esquece.
Deus perdoa, e jamais se lembra.
Vamos pois aos exemplos que analisaremos por alguns instantes.O primeiro deles é o de Judas Iscariotes, mas o que sabemos a seu respeito?
Pesquisando achamos alguma coisa a seu respeito, a começar pelo seu nome, Judas, que é a forma grega da palavra Judá, uma das doze tribos de Israel, homem de Queriote Hezrom; cidade desta tribo situada ao sul atualmente Kurietein.(Dicionário Bíblico Universal, p.253) Um dos doze. Jesus conhecia o seu caráter do início ao fim (S.João 6:64).
Um episódio envolvendo-o em Betânia torna-o mais conhecido para nós, João 12:1-6. Ele era um homem muito preocupado consigo mesmo os outros?
Não tinha importância, ele era "ladrão", cobiçoso, e não podendo conformar-se com a natureza da missão de Cristo, foi-se fortalecendo no seu espírito aquele sentimento que se acha indicado nas palavras de outro apóstolo "entrou nele Satanás", (S.João 13:27), e a triste conseqüência foi o pacto com os sacerdotes.
Depois daquela cena em Betânia, as más idéias começavam a preocupar sua alma. (S.Mateus 26:14)
Mas depois de planejado ele não se apartou de Jesus(S.João 18:2; S.Mateus 26:25) e com um beijo entregou o Mestre. (S. Lucas 22:40).
Após este ato Jesus foi levado prisioneiro e Judas agora é atormentado pelo remorso. (S.Mateus 27:3,4)
Remorso este que o levou a morte, triste fim o Judas, se parássemos por aqui não haveria esperança para nós, pois muitas vezes trocamos a Jesus não por moedas de prata, mas por falsa modéstia, amor mais aos prazeres deste mundo do que as promessas de um viver melhor e assim vai.
Ah! Mas eu falei em dois exemplos e o segundo é o de Pedro
Vamos conhecê-lo melhor, Simão chamado Pedro (S.Mat. 4:18), era um pescador de Betsaida, na Galiléia, de temperamento enérgico e independente, e por demasiado franco, típico pescador. Provavelmente ele já era casado antes de ser chamado por Jesus, pois o mesmo havia curado sua sogra, (S. Mateus 8:14), mais tarde teria sido acompanhado nas suas viagens por sua mulher (I Coríntios 9:5).
Acompanhou Jesus a partir do milagre das bodas de Caná a quase todos os lugares, e teve oportunidade de presenciar vários milagres do Mestre.
Curiosamente indagou a respeito do perdão. (S. Mateus 18:21).
Pedro acompanhou Jesus ao Getsêmani, pois foi a sua no momento da prisão de Jesus e até num ato de audácia cortou a orelha de Malco.(S.João 18:10;26).
Mas levaram o Mestre, isso não foi suficiente para libertá-lo.
(S.Mateus26:69 à 75). "E saindo dali chorou amargamente".
O primeiro sentido de amargo é o de sabor, amargo como fel, o segundo é em relação ao sentimento: triste, doloroso, angustiado, penoso, tudo isso junto não traduzia o seu sofrimento, ele traíra o Mestre e essa reflexão provocou dentro do convencido Pedro a conversão necessária, o arrependimento, a confissão, para que os frutos do Espírito tivesse lugar no seu coração mais tarde.
A cruz do Calvário me liberta da culpa e certamente neste exato momento, ele foi libertado da culpa, porque se compararmos estes dois homens poderíamos dizer que o ato de Judas foi muito maior do que o de Pedro, mas os dois erraram, um traiu, outro negou, a diferença não está no tipo de ação praticada mas sim no tipo de arrependimento experimentado, lembre-se para Deus não existe pecado, pecadilho ou pecadão.
Ilustração:
"Um governante visitava anualmente o presídio, a fim de conceder o perdão a um dos condenados. Ao interrogá-los sobre o motivo de sua condenação, ouvia sempre a mesma resposta: Eu fui injustiçado; estou aqui pagando algo que não fiz, e assim sucessivamente. Até que o governador encontrou um que lhe deu uma resposta diferente dos anteriores: "Estou aqui porque cometi um erro e estou pagando pelo, mal que pratiquei..."" Este foi escolhido para ser liberto. Quando admitiu ser criminoso, o governador ironicamente respondeu: "Vou libertá-lo porque é muito mal para conviver com pessoas boas e inocentes como seus amigos aqui dá cadeia."
Arrependimento – Atos 3:19
Confissão – I João 1:9
Conversão – Isaías 55:7
 
Conclusão:
Lembre-se que: O perdão divino é completo, pois Ele se esquece do nosso mal.
Miq. 7:18 e 19
Heb. 8:12
Deus no momento da confissão concede ao pecador perdão imediato dos seus pecados, Ele dá nova oportunidade de vida.
Se por alguma razão você hoje esta sofrendo: uma mentira, um ato que prejudicou alguém, uma palavra que ofendeu, um pecado contra Deus, saiba que você pode desfrutar da paz que tanto almeja, basta ir à cruz, confessar o seu erro e pedir perdão.
Grave em sua mente: "Deus não precisa de tempo para perdoar, só de um coração arrependido e contrito."
 
Pastor Natan Fernandes
 
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