A Família Nascida da Cruz
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Autor Tópico: A Família Nascida da Cruz  (Lida 1118 vezes)
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« : 01 Setembro, 2009, 11:55:21 »

A Família Nascida da Cruz
Estamos meditando sobre as palavras, as expressões, que Jesus pronunciou na cruz. No Domingo passado à noite nós chegamos na sexta palavra, mas pulamos a quarta para deixar a sua consideração hoje pela manhã. O texto que nós vamos ler no evangelho de João 19:25-27 trazem a quarta expressão pronunciada por Jesus na cruz.
Os dois que mais amaram a Jesus a mãe, que tem um amor numa dimensão profunda, insuspeita, que está sofrendo. Vê o filho que sempre teve um comportamento diferente, diz o texto que numa ocasião a mãe e os irmãos se surpreenderam com o seu comportamento e os irmãos quiseram inclusive prendê-lo porque o julgavam fora de si. Mas é uma mãe que vê o filho morrer uma morte dolorosa, vergonhosa, sofrida, com uma culpa que não teve e sofre. Ao mesmo tempo ali está o adolescente João chamado de o discípulo amado, aquele que na ceia inclinou a cabeça no ombro de Jesus. Os dois que mais o amavam agora são aproximados. Também neste momento está se cumprindo uma profecia feita no evangelho de Lucas por Simeão, quando ele recebeu o menino Jesus o segurou e diz o seguinte:
Que profecia! A mãe vai ao templo apresentar o filho e aparece um velho estranho que diz que o menino será sinal de contradição e que uma espada vai traspassar o coração daquela mãe. Agora Maria sabe o que é a espada traspassando o seu coração.
O episódio nos mostra também que não vivemos isolados, há um romance de Johanne Simmel, Homem algum é uma ilha, as nossas decisões afestam as vidas dos outros, ele escolheu a cruz, colocou os olhos na direção da cruz e foi para lá, mas a sua decisão de vida afetava agora a mãe e o discípulo amado. Mas o texto mostra a dimensão humana da cruz e neste Domingo, Domingo de páscoa eu gostaria de, pela manhã, observar a dimensão humana da cruz, como a cruz aproxima as pessoas e a noite, no episódio de discípulos caminhando com ele pela estrada de Emaús, a caminhada com um ressuscitado.
Aqui está a dimensão humana da cruz, a cruz faz brotar uma nova família. Ao pé da cruz surge uma nova família. Dão-lhe o nome de igreja mas é uma família. Ele está preocupado com a mãe, ele é um bom filho, ama mãe e preocupa-se com ela, mas tem o amigo adolescente ainda a quem ama, preocupa-se com ele, aproxima os dois e coloca os dois que deveriam seguir as suas vidas completamente diferentes, se não fosse ele, suas vidas não se cruzariam, e coloca os dois unidos, é uma figura da igreja. Somos pessoas cujas vidas provavelmente nunca se tocariam. O pastor Benjamin é dos Estados Unidos, eu sou do Rio de Janeiro, a Elke é lá de Manaus, cada um estaria vivendo a sua vida no seu canto com outra perspectiva, não teríamos não apenas esta aproximação mas não teríamos solidariedade, não teríamos coisas em comum, nada que nos unisse, mas a cruz nos uniu, colocou-nos uns na vida dos outros, fez com que nos tornássemos a família de Deus.
Neste episódio, eis aí teu filho, eis aí tua mãe, gostaria de refletir com os irmãos sobre três lições que precisamos internalizar na nossa vida e nunca nos esquecer delas. Primeira, básica, fundamental, a cruz cria novos laços familiares.
Esta é a mensagem central, a cruz cria novos laços familiares, cria uma nova família. Ele tinha irmãos e irmãs. Em Mateus 13:55-56 lemos o seguinte:
Quatro homens e vamos supor que pelo menos três mulheres. Primeiro porque é plural, irmãs, e depois o todas deveria ser no mínimo mais de duas. Vamos presumir que por baixo fossem sete pessoas a quem ele pudesse confiar a mãe, como primogênito assim deveria proceder, mas João não era da sua família e não é a nenhum de seus irmãos ou irmãs que ele confia a sua mãe mas a João, por que? Porque os irmãos e as irmãs não eram do grupo, não tinham a mesma visão tanto que em outro lugar nós lemos que os irmãos queriam prendê-lo porque diziam: ele está louco. Mateus 12:47-50 mostra a concepção que Jesus tinha de quem era a sua família.
Eu sei quem são meus irmãos e seu quem foi minha mãe mas a pergunta dele é esta quem são meus irmãos e quem é minha mãe, é o que ele está dizendo. Ele coloca os laços de fidelidade a Deus como mais fortes que os laços consangüíneos. A união dentro do propósito divino é maior do que a união de sangue, a cruz produz então uma nova família que é a família de Deus. E esta é uma lição que com muita facilidade a igreja se esquece. Uma das nossas piores tendências é que queremos pasteurizar e homogeneizar todo mundo e se as pessoas não tem a minha forma de ver, de vestir, de cortar o cabelo, o meu vocabulário então eu já fico indignado porque não é igual a mim. Por vezes não queremos irmãos, queremos clones. Eu tenho um irmão que é pastor, tirando o fato de que temos o mesmo sobrenome, o mesmo pai e que os dois somos pastores batistas não temos mais nada em comum, fisicamente completamente diferentes, temos uma visão de vida diferente porque sou de uma época e ele de outra, sou de uma mãe e ele de outra, mas no entanto cada de um de nós tem um espaço no reino de Deus e ele faz um ministério admirável e eu o respeito muito como pastor. Mas às vezes queremos que todos tenham a nossa maneira de ser de vestir, de falar e os mesmo costumes.
Lembro-me de Ananias, ele tinha determinados conceitos e preconceitos. Isto era tão forte que quando Deus disse para ele, Ananias, há um homem chamado Saulo, ele diz, Senhor, perdeu a cabeça? Não tem juízo? O Senhor pode não ter ouvido mas eu ouvi falar deste homem, ele é um tormento, prende cristãos, encarcera homens e mulheres, arrasta pelos cabelos, faz com que eles blasfemem. O Senhor vem me falar de Saulo? Ele é meu inimigo. E Deus diz, Ananias vai, eu escolhi este homem. Quando Ananias compreende isto ele perde os seus preconceitos e quando chega diante de Saula qual é a primeira palavra? Irmão Saulo, o Senhor Jesus que te apareceu no caminho de Damasco me enviou. Não é, tu não és aquele fariseu? Tu viste como eu estou certo e tu estás errado? Provavelmente, se ele fosse um batista do papo amarelo, diria assim, viu, está provando do remédio? Mas agora não é a sua visão particular, a primeira palavra que ele tem para Saulo é, irmão Saulo.
A igreja é uma família porque temos o mesmo Pai, a mesma herança, o mesmo destino, mas nós tivemos o mesmo berço que é a cruz e uma lição para nós que nunca pode ser esquecida é esta, nós devemos amar uns aos outros. Usamos o termo irmão como título de nobreza. Tem gente que faz questão de pegar o telefone e dizer aqui é o irmão fulano, virou título nobiliárquico, mas não é título, é tratamento, é consideração, é realmente esta vivência, desaber que tendo o mesmo pai, o mesmo berço e o mesmo destino, fomos chamados para partilhar a vida em comum, a melhor maneira de matar uma igreja é criar guetos dentro dela. Aqui temos o grupo dos intelectuais e ali o grupo dos "anarfa", aqui o grupo dos ricos e ali o dos "pé rapado", aqui os jovens e ali os coroas, os "pé na cova". Mate uma igreja. Na igreja não há isto. Somos uma só família e quando perdemos essa consciência de família perdemos a essência da igreja, é uma família que foi formada na Sexta-feira da paixão ao pé da cruz e nunca deveríamos nos esquecer disto.
Segunda lição, a primeira foi esta, a cruz cria novos lares familiares, a cruz cria novas fronteiras de responsabilidade. Há muita gente hoje que deseja um cristianismo free lance, ele é um franco atirador, quer bençãos sem compromisso, quer desfrutar da mensagem do reino mas sem engajamento, quer um cristianismo que lhe fale de bençãos mas não de serviço, que ele recebe mas não dê, mas o texto nos diz assim, dessa hora em diante o discípulo a tomou para casa, a Bíblia Viva traduziu assim tomou-a sob os seus cuidados. João entendeu que era responsável por Maria.
Quero ler um trecho de um escritor antigo do tempo do império romano, Aristides, escrevendo uma carta para o imperador romano Adriano falando sobre os cristãos, vamos ouvir o testemunho de um pagão escrevendo para outro pagão sobre os cristão, vamos ouvir este testemunho e ver se o mundo dá este testemunho a nosso respeito.
Não foi o testemunho de um cristão mas de um pagão. Outro, Celso, disse assim vede como se amam. No mundo prevalece a lei de Gerson, levar vantagem em tudo "ceeeerto"? Procuramos explorar uns aos outros. Na igreja deve prevalecer a lei da solidariedade em que em vez de competição haja o sentimento de compreensão. Mas com que facilidade dentro da igreja também há competição. Quanta igreja é fundada como uma bofetada em outro grupo. Vamos sair e mostrar que nós também podemos ser uma igreja. Quanta atividade dentro da igreja é exercida não para a glória de Deus mas para ostentação humana. Por vezes quanto do nosso relacionamento é um relacionamento mundano. Precisamos compreender que ser igreja é mais do que realizar cultos, mais do que colocar pessoas dentro de uma construção para cantar. Mas é gente que passou a viver solidariamente, este é o princípio bíblico, chorai com os que choram, alegrai-vos com os que se alegram, mas quantas vezes a queda de um irmão é motivo de alegria para nós. Bem feito, eu nunca acreditei naquele camarada, eu nunca o levei a sério. Ou então vemos um casal em problema e falamos, pois é, não querem fazer como nós, está vendo, olha o filho dele como está, se tivesse feito como eu fiz. Às vezes o que se vê não é demonstração de amor mais vaidade humana.
Na igreja nós passamos a ter senso de responsabilidade uns pelo outros. A dor de um deve ser a dor de todos. Nós precisamos de gente que se compreenda como irmãos que deem as mãos, que se solidarizem. Eu lhes contei em uma das vezes que estive aqui, antes de assumir o pastorado da igreja, vou adoçar a boca dos italianos, um poemo de um italiano Trelousse, não me lembro da rima, mas lembro da essência da história, era de um leão que um dia acordor, bateu a pata na jaula e viu que a porta estava aberta e saiu todo frajola. Passou pala jaula do macaco e este lhe pergunto: aonde vais leão? Olha eu vou reconstruir a glória dos meus ancestrais. Sou um leão de circo, estou aqui domesticado, mas os meus ancestrais tinham glória, eram levados para o Coliseu romano e a multidão ficava de pé quando eles entravam na arena. Os meus ancestrais matavam um cristão com uma patada. Devoravam os cristãos. Aquilo que era leão de verdade e não eu que fico aqui fazendo papel, criança jogando pipoca. Eu vou para lá e vou matar cristão. E o macaco disse: olha, amigo leão, tu estás ultrapassado, desinformado. O leão não acessava internet. E disse assim: as coisas mudaram muito. Os cristãos hoje não são gentalha eles dominaram o mundo, se esparramaram pelo mundo. Os cristão são elegantes, eles detem as maiores riquezas do mundo. E o leão ia ficando cada vez mais com o queixo aberto. Os cristãos hoje tem indústrias. Há nações inteiras cristãs. Eles tem universidades e hospitais. E o leão foi ficando completamente desorientado e perguntou assim: mas amigo macaco, me responde uma coisa, quem devora os cristãos agora? E o macaco respondeu: deixa por lá os cristãos que eles se devoram entre si. E Paulo advertiu, vêde que não vos mordais uns aos outros.Quanto culto administrativo em igreja é sessão de mordida mútua. Quanta assembléia de associação e de convenção faz com que os padrões cristãos sejam varridos para debaixo do tapete e a mais expressa carnalidade aparece. Jesus disse que uma casa dividida não subsiste. Na casa em que todo mundo grita, todo mundo se ofende, em que há palavr!oes e ofensas, esta casa está arruinada, porque perdeu o senso de responsabilidade mútua, a mutualidade. Precisamos nos lembrar disto, a cruz cria novos laços familiares, a cruz cria novas fronteiras de responsabilidade, somos irmãos e somos responsáveis uns pelos outros. Um que esteja doente, um que esteja sofrendo, um que esteja desempregado, um que esteja com dor, é a dor, a doença e o sofrimento de toda a igreja.
O último aspecto: a cruz cria novas oportunidades de ajudar e de ser ajudado. Porque vejam só. Eram os dois que mais sofriam, mãe e o discípulo amado. Eram os dois mais próximos do salvador. E estes dois que tem sofrimento profundo, mais do que os outros, se consolam mutuamente. Uma boa descrição da igreja. Aigreja é o lugar onde compreendemos as dores uns dos outros. Porque coisa triste é alguém chegar na igreja com ferida e aparece um irmãozinho muito santo e consagrado para esfregar sal grosso. Quem está sofrendo não precisa de pancada, precisa de um ombro para chorar.
Agora vejam como estes dois se ajustam um ao outro. O apelido de João, filho dotrovão, ele deveria ser bem temperamental, ele era filho do trovão não é porque era manso, era realmente temperamental. Maria era uma mulher meiga. Já observaram as poucas vezes em que ela fala. As palavras são sempre equilibradas e ponderadas, ela sempre faz questão de estar em segundo plano. Maria precisava de um filho do trovão, porque o que uma pessoa meiga que está sofrendo precisa é de alguém determinado. Porque um melancólico depressivo amparado por um melancólico depressivo é terrível. Mas uma melancólica depressiva precisa de um temperamental dinâmico, enérgico. João é a companhia que Maria precisa. Mas acontece que um desequilibrado, um estourado, o que ele menos precisa é de uma desequilibrada estourada, o que ele precisa é uma pessoa ponderada e meiga. E quem era chamado de filho do trovão na juventude, na velhice é chamado de o apóstolo do amor. Que coisa, que mudança. O temperamental, explosivo, que queria fazer cair fogo do céu para matar gente, agora, no fim da vida, é o apóstolo do amor. E como disse um historiador, no fim da vida, já bem idoso, semi-senil, ele repetia apenas uma frase para os cristãos que iam visitá-lo: filhinhos, amai-vos uns aos outros.
É um quadro tão bonito da igreja quando nós podemos exercer a nossa influência e quando nós podemos ser influenciados. Eu não preciso de igreja, diz alguém. Igreja só tem hipócrita. A minha vontade é a de usar a propaganda do Rexona, sempre cabe mais um, pode vir, mas não usaria esta expressão. Você não precisa de igreja? Então traga a sua bondade, a sua espiritualidade, a sua santidade, e me ajude porque eu preciso, eu sou pecador, sou falho, tenho momentos de depressão e de crise, na minha certidão de nascimento não consta que sou pastor, mas sexo masculino, sou um ser humano, oscilo, todos passamos por isso. Traga a sua firmeza espiritual e ajude-nos anós que somos fracos. Traga a sua santidade e ajude a nós que somos pecadores. Sua visão de como as coisas devem ser feitas, traga, aqui está a beleza, traga as suas virtudes eu trago os meus defeitos e quem sabe alguns dos meus defeitos, que provam que sou humano, podem lhe ajudar, para você ser menos angelical e mais humano. A igreja é uma excelente oportunidade para vivermos em interação uns com os outros. Recebermos influência e sermos influenciados. Quando me converti havia um rapaz na igreja, talvez ele não saiba disso, mas ele era o rapaz em quem em me mirava, ele é membro de uma igreja no Rio, mas eu olhava para aquele rapaz e dizia assim: eu queria ser um crente igual a ele. Ele era um modelo de vida cristão para mim, Não era o que ele falava mas o jeito de ser, o caráter dele, e quanta influência aquele moço exerceu na minha vida. Eu lhava e dizia assim: puxa, eu não tenho ninguém em casa que me ajude a ser um bom crente, ele é o crente que eu quero ser. Nesta semana quando fui visitar a irmã Júlia no hospital ela estava dizendo, o que eu vou fazer na igreja? E eu disse: a irmã é uma dessa reservas espirituais, aquele tipo de pessoas que estando na igreja não precisa falar nada, não precisa dizer nada, não precisa fazer uma oração em público, mas nós olhamos para aquela pessoa e dizemos: aí está uma pessoa que conhece Deus, que vive com Deus, eu posso ser uma pessoa assim. Quando aprendemos que a comunhão na igreja não é para nos criticarmos uns aos outros e apontarmos falhas uns dos outros mas para melhorarmos uns aos outros, mutuamente, então a coisa funciona. A melancólia e depressiva Maria precisava de um temperamental e este de uma mulher meiga. Quando nós compreendemos que não somos juízes uns dos outros, mas irmãos, que não é competição nem a crítica destrutiva, mas solidariedade e amparo, nós descobrimos uma das coisas mais bonitas do cristianismo, a vida em comum. O fato de que nós podemos conviver uns com os outros, com as nossas diferenças, com a nossa singularidade, com a exclusividade, porque cada um de nós é um mundo, e mesmo assim podemos viver bem, sem artificialidade porque o vínculo que nos une em Cristo é maior que qualquer diferença cultural que nós venhamos a ter.
Com isto chegamos ao fim. Vimos mais uma faceta do que seja a igreja. A igreja é uma oportunidade de ser enriquecido com o evangelho. É uma oportunidade de ser enriquecido e abençoado com a vida dos irmãos. É uma oportunidade para sermos ajudados e uma oportunidade para ajudarmos. Nesta manhã o desafio para todos nós é este: que irmão não seja pronome de tratamento mas forma de relacionamento. Que nos amemos uns aos outros com sinceridade, que não tratemos mal, que não falemos mal um do outro, que não denigramos a mensagem alheia, que paremos de praticar o esporte predileto dos cristãos, a fofoca. Que aprendamos a viver nesse senso de solidariedade e de responsabilidade. Wesley costumava dizer, se o teu coração é reto diante de Deus coo o meus o é, dá-me a mão, tu és meu irmão. Ao pé da cruz foi formada uma família. A consangüinidade desta família é pelo sangue de Cristo. E quando nós quebramos este vínculo de família nós não machucamos uma comunidade, nós machucamos o coração de Deus e nós agredimos o propósito de Cristo que reunir todos os homens numa nova raça, numa nova família, chamada igreja. O que é a igreja? A igreja é uma família que nasceu ao pé da cruz. Nunca nos esqueçamos disto

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