A Mãe Segundo o Coração de Deus
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Autor Tópico: A Mãe Segundo o Coração de Deus  (Lida 2531 vezes)
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« : 01 Setembro, 2009, 11:56:52 »

A Mãe Segundo o Coração de Deus
Vez por outro ouvimos um comentário que não corresponde à verdade de que os evangélicos não tem respeito por Maria a mãe de Jesus. É evidente que temos um grande respeito e seria insensatez não tê-lo. Se é algo que temos em mente é que Deus quando escolheu a mulher para dar a luz à Jesus deve ter procurado a melhor que havia. Conseqüentemente o respeito que temos por Maria é muito grande, apenas não vemos como mediadora, porque há uma declaração bíblica irrefutável, "há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, a saber, Jesus Cristo, homem". Não a vemos co-redentora nem como co-salvadora mas aprendemos a respeitá-la e vemos nela um modelo de conduta inclusive como mãe.
Gostaria de refletir sobre isto nesta manhã: a mãe segundo o coração de Deus. Até mesmo porque o conceito de maternidade e paternidade anda muito diluído. Há até aí as chamadas produções independentes, tipo Xuxa, Maddonna e etc. onde a criança é vista como um bichino para a realização, satisfação do ego da pessoa, sem uma preocupação de que é um ser humano, que necessitará de um lar, de informações sadias e equilibradas para ser preparada para a vida. Maternidade e paternidade não é gerar filho. Desculpe-me a vulgaridade, qualquer cão de rua gera filhotes. Maternidade e paternidade pode ser acidente, erro de cálculo, mas maternidade e paternidade, mais do que por um filho no mundo, significa cuidar dele, prepará-lo adequadamente para a vida, passar-lhes conceitos que o deixe como um pessoa equilibrada que se insira em qualquer situação e saiba viver. Há pais e mães que neurotizam os filhos. Tenho vizinhos que tem uma regularidade impressionante, brigam de manhã, de tarde e de noite. De manhã e à noite o casal, à tarde mãe e filhos. É uma família equilibrada porque eles brigam juntos. Deve ser um novo provérbio, a família que briga unida permanece unida. Mas pode-se imaginar o tipo de personalidade que estas crianças estão desenvolvendo, num lar em que vêem os pais se tratarem ao berros, eles não conversam, eles gritam, e o próprio trato das crianças com os pais e consigo é de grito.
Neste sentido, nas poucas indicações que temos sobre Maria aprendemos como é a mãe segundo o coração de Deus, alguns traços do seu caráter que aparecem destes textos lidos. Eu gostaria de lhes mostrar nesta manhã e com base neles, ajuntando para formar uma base geral sobre Maria como mãe, quero mostrar três traços da mãe segundo o coração de Deus. São três declarações que vão se complementando e a primeira é esta: a mãe segundo o coração de Deus é a mulher que obedece a palavra de Deus. Que se cumpra em conforme a tua palavra (Lucas 1:38), como lhe chamara o anjo antes de ser concebido (Lucas 2:21), trouxeram o menino para fazerem com ele o que a lei ordenava (Lucas 2:27). São três declarações que mostram o coração de Maria como um coração obediente a palavra de Deus, ao que Deus dissera e aquilo que a lei ordenara.
Vamos voltar ao início. O caso de Maria é sui generis, é a chamada anunciação, um anjo aparece e diz que ela vai conceber pelo espírito santo. Se por um lado é algo fantástico, para ela se alegrar, por outro lado é uma história bem esquisita, porque como qualquer moça, ainda mais uma moça provinciana vizinha de de uma cidadezinha pequena Maria tinha os seus sonhos e agora seria o fim deles. Ninguém acreditaria na sua história. Ela faz uma pergunta ao anjo quando ele diz que ela vai engravidar e dar a luz, como será isto? Pois não tenho relação com homem algum. Sou virgem. Situação difícil. Imagine Maria chegando para José e dizendo: José, estou grávida. Grávida? Como? Estou grávida de Deus. Como é que é Maria? Engravidei pelo Espírito Santo. Olha Maria, está difícil, não dá para acreditar nisso, escuta Maria, a gente se controla, faz as coisas direitinho e depois você aparece grávida, e com esta desculpa? Que está grávida de Deus? Ninguém acreditaria nela, tanto que José, quando soube que Maria estava grávida quis deixá-la, ele quis fugir, vejam a grandeza de José, não é porque ele fosse covarde, é porque a culpa cairia sobre ele. Ele passaria para toda a sociedade como o homem que engravidou a Maria e fugiu e ela ficaria isenta. Porque a pena para Maria seria o apedrejamento, era isto o que lei mandava. Isto seria o fim dos seus sonhos. Parece tão bonito, fantástico, um anjo aparece e diz que ela vai engrevidar pelo espírito santo. Quem acredita nesta história? Olha, estou grávida de Deus. Maria, assim não dá.
Não é apenas o fim de todos os seus sonhos, de sua reputação mas acontece que ela recebe isto como uma ordem de Deus e obedece. Em 2:21 vimos que ela obedeceu, colocou um nome que não foi escolhido por ela, o nome que o anjo colocou, nem ela própria escolhia o nome do seu filho e em 2:27 vimos que ela leva o filho ao templo cumprindo a lei. Aqui está o primeiro traço da mãe segundo co coração de Deus, ela é uma mulher que obedece a palavra de Deus. Um problema muito sério nos nossos lares hoje é a absoluta falta de valores espirituais e morais. Há filhos sem caráter, sem educação, sem nenhum valor moral, sem qualquer valor espiritual. Como eu disse na mensagem de Domingo passado, selvagens, mauricinhos e patricinhas sem nenhuma educação, porque os pais não tem o que lhe ensinar. Os pais são vazios e fúteis, os pais não tem nenhum referencial e então não tem o que passar para os seus filhos. É uma geração bruta.
Eu estava dando um curso de reciclagem de professores num colégio lá em Manaus, curso de 3 semanas e depois um dos professores, falando sobre os problemas que eles enfrentavam, disse para mim: nosso problema é que nosso colégio trabalha com uma clientela de classe média, pai e mãe que não educam o filho e acham que é obrigação da escola dar educação, quando educação se aprende em casa. Uma das professoras disse: eu detesto ser chamada de tia, não sou tia, sou professora, mas tenho que fazer o papel de tia porque ninguém ensina nada em casa. Uma lição que aprendemos de Maria e desta situação de uma geração sem educação é esta: os valores começam nos lares, e se os valores não são assimilados no lar, ou se os lares falham em admitir isto, quem é que vai transitir? Neste sentido, o equilíbro dos lares depende muito do papel da mãe. A figura do pai pode faltar e o pai até mesmo pode falhar, mas uma mãe que ocupe o seu papel pode emocionalmente cobrir esta lacuna deixada por um pai irresponsável ou pouco resonsável, mas quandoa figura da mãe falha não há figura de pai que resolva. A figura materna tem um impacto tão grande, tão importante, tão sensível, comove tanto, que ela pode suprir a lacuna paterna mas a sua lacuna nunca é suprida.
Um teólogo alemão, que tinha saído da Alemanha antes da Segunda guerra voltou depois do término, foi a sua cidade natal e a viu em escombros, e disse ele na sua obra que sentado naquelas ruínas, ficou observando tudo aquilo, ruínas da universidade onde estudara, ficou pensando na maldade humana, que não havia esperança para o mundo. Sua nação, uma nação culta, todo aquele envolvimento, a Europa, um continente rico, não foi uma guerra de bárbaros africanos mas de refinados europeus, ficou pensando na insensatez humana e diz ele que na profunda que dele se abateu viu uma mulher sentada amamentando uma criança e que aquela figura o comoveu tanto que ele ficou pensando: enquanto houver mãe que amem os filhos, que amamentem os filhos, que cuidem dos filhos, ainda resta uma esperança. Neste sentido como a sociedade precisa de mães que cumpram o seu papel, que entendam que não é apenas por um filho no mundo mas amá-lo, controlar o lar com amor, não precisa ser com mão de ferro, a Bíblia diz que a palavra branda desvia a ira, que molde caráter, que imprima nos filhos um caráter de obediência a Deus, que imprima nos filhos valores morais e espirituais. A mãe segundo o coração de Deus é uma mulher que obedece a Deus e passa a noção de obediência a Deus para os filhos.
Em segundo lugar a mãe segundo o coração de Deus é a mulher que sabe ouvir. Lucas 2:19 e 51 (Maria guardava todas estas palavras meditando-as no seu coração; sua mãe porém guardava todas estas coisas no coração). Maria primeiro pensava antes de falar. Alguns falam antes de pensar e alguns falam sem pensar mas Maria primeiro guardava no coração. Tiago 1:19 diz: todo homem seja rápido para ouvir e lento para falar. Rápido é a palavra tax, lento é uma palavra grega que dá a idéia de retardado, com dificuldade para compreender e até para falar. Rapidez para ouvir e lentidão para falar. Há mães que despejam palavras. Sabem tudo, fazem tudo e sempre estão certas. Eu sou sua mãe e sempre tenham razão. Como disse no Domingo passado esta é a frase mais infeliz que um pai pode dizer e é a frase mais infeliz que uma mãe pode dizer, como também é atitude mais infeliz que uma mãe pode exibir, veja como eu me mato por vocês, como me sacrifico por voces. Olhe a pilha de louça, de roupa, mantenho esta casa em ordem. Conta-se a história de um homem que disse que o dia mais feliz da vida dele foi quando a esposa teve uma inflamação nas cordas vocais e não pode falar. Ele ficou muito contente aquele dia. Mas não estou querendo ser irônico nem brincalhão, o que quero falar aqui é algo sério, saber respeitar as razões dos filhos. Porque muitas vezes olhamos para eles como crianças incompetentes cujas razões não nos interessam e pensamos que pela idade e pelo status de pai e de mãe sempre temos razão e muitas vezes erramos. Quantas vezes errei como pai e quantas vezes cheguei e pedi desculpas porque não tinha agido corretamente.
Saber ouvir. Me lembro que uma vez, quando era criança, meu pai chegou em casa e me deu uma surra e depois perguntou, sabe por que voce apanhou? Eu disse: não. Então fiquei sabendo que eu tinha quebrado uma vidraça de uma senhora, e a minha mãe disse para ele que eu nem tinha saído de casa. Aí era tarde, já tinha tomado a surra. Aí saí, fui lá e quebrei a outra vidraça da vizinha. Agora a surra fazia efeito, havia razão. Mas isso não produzir correção, produziu irritação, não houve diálogo. Há mães que por vezes também não respeitam os filhos. Você não vai dar nada vida, peste, não estuda, só quer viver na gandaia, não tem futuro. Maria sabia ouvir.
Quando eles, Maria e José, perderam Jesus, foram procurá-lo e acharam e então ela faz uma pergunta: filho, por que fizeste assim conosco? Teu pai e eu aflitos estávamos a tua procura. Ele lhe respondeu: por que me procuráveis? Não sabíeis que me cumpria estar na casa de meu pai? Sua mãe porém guardava todas estas coisas no coração. Ela foi pensar na razão dele. Nós precisamos aprender, não só as mães, os pais, a respeitar os filhos. E às vezes, estou falando carinhosamente, respeitosamente, a igreja sabe que não sou um homem de truculência verbal, às vezes as próprias mulheres não respeitam os seus maridos. Estão a se queixar dele em público ou com outros, mas seus filhos e seu marido merecem tanto respeito quanto você e o relacionamento numa família, quando não for um relacionamento de respeito em que eu valorize tanto a opinião do outro e tanto a pessoa do outro quanto a minha opinião e a minha própria pessoa é um relacionamento condenado à ruína. Mais uma vez volto a este ponto, quem dá rumo no lar é a mãe e quando ela sabe ouvir e mostra isso, cria esse ambiente, porisso, a mãe segundo o coração de Deus é a mulher que obedece ao coração de Deus e que sabe ouvir.
Uma terceira e última afirmação: a mãe segundo o coração de Deus é a mulher que persevera na fé. Atos 1:14, a última vez que o Novo Testamento fala da Maria, depois ela sai de cena, "todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus e com os irmãos dele". Ela não aparece como medianeira, como redentora, como co-redentora, ela aparece como crente no filho, é isto que está dizendo o texto, ela está perseverando em oração, com os outros, ela é um membro da primeira igreja de Jerusalém, como todos os demais, não tem primazia, não se impõe, em momento algum diz assim: olha, voc6es estão lembrados? Eu sou a mãe do chefe, sou a mãe dele. Mas ela está lá com as outras mulheres, é uma mulher perseverante. Ela também é alguém da fé, ela também está perseverando na fé e aqui cabe uma pergunta. Mãe cristã, os seus filhos vêem a sua fé? Os seus filhos vêem que o que você canta é algo que você vive? Estava comentando com uma filha que visitei esta semana que a minha sogra foi a mãe que não tive e uma das coisas que me impressionada na minha sogra foi o seu caráter cristão, poucas vezes vi um casal tão crente como dona Debir e seu Vicente, mas minha soga era uma mulher de uma fé incrível, tinha um caderno de oração, espero que as filhas tenham guardado aquilo como um relíquia. No caderno ela anotava na primeira coluna o objeto da oração, o assunto pelo qual começou a orar, na segunda coluna quando começou a orar e na terceira coluna quando Deus respondeu aquela oração. E foram incontáveis os casos de oração que dona Debir conseguiu a resposta. Orou pela conversão do marido por 22 anos, até que conseguiu, e conseguiu tanto que ele se tornou um dos melhores crentes que eu conheci, ambos diáconos, diácono e diaconisa, de uma igreja batista fundada pelo pai de dona Debir. Era um ambiente onde se respirava uma espiritualidade sadia, não artificial, não melosa, não piegas, mas que sabia que ali estava uma família que cria e que vivia o evangelho, mas foi impresso por uma mulher que impôs o rumo, com ternura, com misericórdia e foi trazendo toda a família para caminhar aos pés de Deus. Quantas e quantas vezes vemos mulheres estabanadas que usam a fé cristã até como pretesto para suprir as carências de um casamento deficiente, não estou ironizando nem sendo maldoso, mas por vezes estão muito engajadas em tudo quanto é reunião para não ficar em casa. A igreja não pode ser rival da família e aquela igreja que tem tanta reunião que não dá tempo de uma família viver junto deve rever o seu ideário. Qualquer membro de igreja e qualquer um de nós que tem papel no lar quando sacrifica o seu papel no lar por qualquer outra atividade está com a sua vida cristã desfocada. Mas a mulher que é mãe segundo o coração de Deus, persevera na fé, marca a família com isto, não preciso impor à força, o seu caráter atrai, as pessoas chegam e vêem, esta mulher é crente. Fé não é algo que passamos aos filhos na base de borduna e tacape, é algo que passamos para os filhos na base do caráter e muito mais do que palavras o nosso jeito de ser em casa vai mostrar para nossos filhos o quanto a nossa fé é verdadeira e quando a mãe cristã é realmente cristã, convicta, tem a sua fé, mostra isto e passa isto, os filhos assimilam. São três virtudes na mãe segundo o coração de Deus: ela obedece a palavra, sabe ouvir e persevera na fé. A primeira e a terceira virtudes dizem respeito ao relacionamento com Deus. A Segunda virtude diz respeito ao seu relacionamento dentro de casa. Ou seja, obediência a Deus, relacionamento com Deus, e bom relacionamento com a família. Tenho muito receio daquele crente que é tão dedicado, tão santo na igreja, tão consagrado que em casa é um demônio. Como no aniversário de um pastor, não fui eu não, uma senhora orou e disse: oh Deus! Nós te damos graças pelo anjo desta igreja. E a esposa do pastor sentada lá no banco disse: é Senhor! Tu sabes o anjo que tenho lá em casa. Tenho muito receio desta santidade eclesiástica e não doméstica.
Há um livro sobre a educação de filhos intitulado Valores Começam no lar, mas a espiritualidade também começa no lar. A verdadeira vida cristã também começa no lar. A verdadeira mãe cristã é crente na igreja e é crente em casa.
Agora vou encerrar. Me lembro de um episódio que vivenciei, estava na casa de um ex professor meu de Seminário, em Toronto no Canadá, e faleceu uma senhora membro de sua igreja e seu esposo, um armênio, foi visitá-lo na semana seguinte e coincidiu de eu estar lá. Meu colega falou: vamos ali conversar porque eu tenho uma visita. Ele disse: não tem problema, seria até bom que um pastor brasileiro ouvisse também a conversa. E a pergunta desse homem foi: pastor, eu não sou crente, não tenho nada a ver com a igreja, mas só queria entender uma coisa, não consigo compreender isto, estou sendo sincero, a minha mulher era uma pessoa tão santa, vivia enfiada na igreja o dia inteiro, em casa vivia cantando hinos, ouvia música evangélica o dia inteiro, o rádio ligado em estação evangélica, mas era uma pessoa tão ruim de relacionamento. O que eu queria entender é, como uma pessoa pode viver tão perto de Deus e pode ser tão ruim para conviver com os outros? Como se responde uma pergunta destas? Eu não sei. Agora não estou falando especificamente das mães, vou à conclusão, para aliviar um pouco as mães e apenar os demais, quer como maridos, quer como filhos, devemos nos lembrar que a nossa espiritualidade não aparece apenas na igreja, deve aparecer em casa. Que se em casa precisamos de mães segundo o coração de Deus, precisamos de pais segundo o coração de Deus e precisamos de filhos segundo o coração de Deus e precisamos de famílias segundo o coração de Deus.
Poderemos ter uma igreja com um programa muito dinâmico, muito vasto, mas se falharmos nos relacionamentos domésticos então falhamos em tudo. Cada um de nós tem um papel como membro de família. Podemos falhar como filhos, podemos falhar como maridos, mas por favor mães, não falhem nunca, porque se as senhoras falharem o lar se esboroou. O marido pode falhar mas uma mãe supre, mas quando a mãe falha não há quem supra. O seu papel diante de Deus é um papel extremamente relevante. Dê graças a Deus por ser mãe, agradeça a Deus por ser mãe e peça a ele sabedoria para ser uma mãe segundo o coração de Deus.
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